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Rennan Santana

São Sebastião (SP)
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Rennan Santana
Comentário · ano passado
Não sei o que é pior, a morte lamentável da mulher ou quem se utiliza dela para tirar proveito político-ideológico. Quando havia discussão sobre a natureza da qualificadora, se objetiva ou subjetiva, os tribunais torceram completamente a interpretação.
Feminicidas, se existem meia dúzia no País inteiro já são muitos, convenhamos que não existe crime cometido contra mulher só pelo fato dela ser mulher, outras circunstâncias determinam a conduta criminosa, encaixando-se muitas vezes no conceito de torpes e fúteis.
Óbvio que o ódio puramente misógino assassino é uma fantasia de alguma besta quadrada presa num ambiente ideológico, interessado em provocar animosidade entre homens e mulheres.
Se interpretássemos a qualificadora como subjetiva ela não teria aplicabilidade alguma, por outro lado a interpretação objetiva faz com que seja perfeitamente possível que alguém, "impelido por motivo de relevante valor social ou moral, ou sob o domínio de violenta emoção, logo em seguida a injusta provocação da vítima"(art.
121,§ 1º do CP) MATE uma mulher por "razões da condição do sexo feminino". (uma pessoa normal enxerga o absurdo disso)
Diante disso só existem duas alternativas para dar aplicabilidade à lei, ou admitir a subjetividade da qualificadora, porém enxergando motivo para ódio misógino em qualquer conduta, ou continuar a aplicar a qualificadora como objetiva, criando aberrações jurídicas e não admitindo que esta lei é uma bela de uma porcaria.
O que é uma besta quadrada? É aquela pessoa que somente passa a raciocinar a partir de conceitos e criações abstratas, subjugando a realidade dos fatos à autoridade dos conceitos, com esse tipo de pessoa não adianta argumentar que a situação jurídica das mulheres sempre foi especial e que a morte de uma mulher é socialmente mais reprovável do que a de um homem; que apenas cerca de 5% dos homicídios são de mulheres; que o homem possui ódio mortal contra o agressor de mulheres; que a lei Maria da Penha é dotada de instrumentos exclusivos para o sexo feminino; que em um País de mais de 70.000 homicídios por ano é ÒBVIO que em números absolutos a quantia também será absurda (para os dois sexos), portanto a situação de violência não é um complô entre homens para matar mulheres (ouviu, Rita Segato?), e se existe um complô, eles são tão incompetentes que acabam matando de 100 pessoas, 95 homens.
Assim caminha a humanidade.
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Rennan Santana
Comentário · há 3 anos
Vivo no mesmo mundo e no mesmo País que meu caro Manoel Vieira, provavelmente o mesmo da Verônica, onde leis demagogas satisfazem o ego de movimentos carentes de atenção. Curiosamente o número de mulheres mortas não chega nem perto ao número de homens mortos, parece que fomos dominados por um sentimento de culpa, que faz com que ao mesmo tempo que a mulher queira igualdade, continua sendo dado a ela inúmeras especialidades, agora a promulgação da Lei 13104 foi encarada como a panacéia criminal (quisera eu que o fosse), mas todos sabem que respostas demagogas nunca solucionam problemas reais. Pensando melhor, talvez Verônica viva numa realidade paralela, onde os dados do mapa da violência são invertidos aos da nossa , talvez lá cerca de 90% dos assassinatos são de mulheres e 10% são de homens ...

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